Espaço Aberto
Um dia me dei conta de que, para continuar crescendo, era urgente iniciar uma faxina dentro de mim.
Eu precisava de mais espaço aqui dentro e, no entanto, havia muitas lembranças inúteis e indesejáveis ocupando o lugar da alegria e dos sonhos.
Um canto estava abarrotado de ilusões, papéis de presente que nunca usei, algumas mágoas, risos contidos e livros que nunca li.
Espalhados por todos os lados haviam projetos de vida abortados e decepções. Abri o armário e joguei tudo no chão.
Foram caindo: desejos reprimidos, olhares de crítica, palavras arrependidas, restos de paixão e ressentimentos estúpidos.
Mas haviam coisas importantes no meio de tudo: um brilho de esperança, o amor maduro, algumas boas gargalhadas, momentos de ternura e paz, desafios e bastante amizade.
Não havia dúvida, bastava jogar no lixo tudo que não servia mais para que eu continuasse crescendo.
E depois, tratei de varrer todas as recordações empoeiradas, passei um pano nos ideais, pendurei os sentimentos nobres na paredes mais claras, guardei nas gavetas todas as boas lembranças, perfumei a criatividade e abri a porta para que o meu espaço fosse invadido por algo que estava faltando para o meu crescimento pessoal:
a capacidade de recomeçar.
Não sei quem escreveu esse texto, procurei e acho que foi Luciano Luppi(não tenho certeza), recebi por e-mail e resolvi postar, achei ludico e reflexivo...
Luz.
domingo, 14 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
O MEDO
Existem duas vertentes do medo: o medo positivo e o medo negativo. O medo positivo é aquele indispensável para sobrevivência, que sem ele, seriamos chamados de “suicidas”. Imagine-se na rua mais movimentada de sua cidade, carros indo e vindo em alta velocidade, e seu cérebro não processa o sentimento que chamamos de medo. Simplesmente você vai atravessar sem se preocupar em ser atropelado. Quando qualquer ser vivo sente medo, ou ele luta, ou paralisa ou foge.
Mas meu foco hoje é o medo negativo, é aquele que ao contrário do medo positivo, limita a existência do ser. Sentimos medo em varias situações. Temos medo da perda (independente de física ou simbólica), de que nos julguem, de sofrer, de demonstrar o que sentimos e o que desejamos. Quero afunilar ainda mais a questão do medo, e hoje em especial, vou falar o medo do julgamento. Cada um de nós já deixou de fazer alguma coisa que queria com medo do que os outros pensariam, e hoje, olhamos para trás, e em alguma situação lembrada sentimos aquela leve pontada de arrependimento. O medo do que os outros vão pensar só faz mal a uma única pessoa, quem sente. Quem escolhe viver no medo, abre mão de muitas coisas, e principalmente, de viver na luz. Um Professor meu, Mário Risso, costuma dizer que o contrário do amor não é o ódio e sim, o medo, porque o amor irradia e o medo retrai.
O medo, muitas vezes, é um fator limitante.
Luz.
Paula Belém
Mas meu foco hoje é o medo negativo, é aquele que ao contrário do medo positivo, limita a existência do ser. Sentimos medo em varias situações. Temos medo da perda (independente de física ou simbólica), de que nos julguem, de sofrer, de demonstrar o que sentimos e o que desejamos. Quero afunilar ainda mais a questão do medo, e hoje em especial, vou falar o medo do julgamento. Cada um de nós já deixou de fazer alguma coisa que queria com medo do que os outros pensariam, e hoje, olhamos para trás, e em alguma situação lembrada sentimos aquela leve pontada de arrependimento. O medo do que os outros vão pensar só faz mal a uma única pessoa, quem sente. Quem escolhe viver no medo, abre mão de muitas coisas, e principalmente, de viver na luz. Um Professor meu, Mário Risso, costuma dizer que o contrário do amor não é o ódio e sim, o medo, porque o amor irradia e o medo retrai.
O medo, muitas vezes, é um fator limitante.
Luz.
Paula Belém
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Hora de recomeçar
Como eu sempre digo, as datas são convencionadas, os anos, o calendário...enfim, tudo para facilitar as relações pessoais e comerciais no mundo todo. Assim sendo a mudança de dia 31 de dezembro de 2009 para 01 de janeiro de 2010, não passa de mais um dia após o outro. Sinceramente, o que muda na sua vida de uma noite(como esta) para a outra?
Se você não tiver um grave acidente ou conhecer um grande amor na virada do ano, nada mudará em sua vida...
Mas, acho que o que importa de verdade na virada do ano é a reflexão que você deve(rá) fazer sobre os 365 dias anteriores que vivestes, ou até mais, os 730 dias anteriores, os 1825 dias anteriores. È essencial a reflexão sobre tudo o que passastes até aquele devido momento. Pensar nas coisas boas que te aconteceram, nas coisas ruins também; nas pessoas que conhecestes; nas pessoas que perdestes. E nas derrotas, nas vitórias. Naqueles dias em que sorriu e chorou, e nos motivos que te fizeram expressar tudo isso. E naqueles dias de rotina, e nos momentos simples.Aqueles em que você se encontrou só. E naqueles que você estava satisfeito consigo mesmo. E nas vezes que pensou que não ia dar certo. Mas deu!
Olhe pra você, vivo! Cheio de oportunidades de recomeçar amanhã, 01 de janeiro ou 15 de março ou 03 de setembro. Todo dia é dia de recomeçar e comemorar pelas chances que a vida te proporciona e que você deverá ter sensibilidade de percebê-las e a felicidade de vivê-las.
Sayuri Kuratani
Texto de minha prima, que pretende seguir a faculdade de psicologia.
Se você não tiver um grave acidente ou conhecer um grande amor na virada do ano, nada mudará em sua vida...
Mas, acho que o que importa de verdade na virada do ano é a reflexão que você deve(rá) fazer sobre os 365 dias anteriores que vivestes, ou até mais, os 730 dias anteriores, os 1825 dias anteriores. È essencial a reflexão sobre tudo o que passastes até aquele devido momento. Pensar nas coisas boas que te aconteceram, nas coisas ruins também; nas pessoas que conhecestes; nas pessoas que perdestes. E nas derrotas, nas vitórias. Naqueles dias em que sorriu e chorou, e nos motivos que te fizeram expressar tudo isso. E naqueles dias de rotina, e nos momentos simples.Aqueles em que você se encontrou só. E naqueles que você estava satisfeito consigo mesmo. E nas vezes que pensou que não ia dar certo. Mas deu!
Olhe pra você, vivo! Cheio de oportunidades de recomeçar amanhã, 01 de janeiro ou 15 de março ou 03 de setembro. Todo dia é dia de recomeçar e comemorar pelas chances que a vida te proporciona e que você deverá ter sensibilidade de percebê-las e a felicidade de vivê-las.
Sayuri Kuratani
Texto de minha prima, que pretende seguir a faculdade de psicologia.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Mensagem a vocês mestres.
No natal comemora-se o nascimento de Cristo. Jesus era um avatar (mestre) e milhares de pessoas em todas as partes do mundo louvam e idolatram ele como se fosse o único ser humano capaz de ser um grande mestre. Do meu ponto de vista, isto não é verdade. Cristo era um homem evoluído para sua época, mais consciente que a grande maioria, e só isso, ja o tornava diferente. Creio que no momento em que ele viveu (encarnado*), a humanidade precisava de fé, de algo maior para sair do caos, logo a história dele foi sendo contatada e acreditada até os dias de hoje. Todos nós somos Cristo, temos a capacidade de amar, de curar, de mudar... Todos nós somos Deus, porque acima de tudo, temos a capacidade de criar e transformar. Segundo a Bíblia, Deus criou o mundo em sete dias, o homem tem o poder de construir ou destruir o mundo em sete dias. Nós somos Deus. Nós somos mestres.
Neste Natal, dia 25, permitam mostrar o mestre que são.
Paz.
Paula Belém
*Viver na forma humana
Neste Natal, dia 25, permitam mostrar o mestre que são.
Paz.
Paula Belém
*Viver na forma humana
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
A normose e o fazer parte - A Doença de ser normal.
O ser humano está sofrendo de “normose”, a doença de ser normal*. Todo mundo quer se encaixar nesse padrão que a mídia e o social propagam o tempo todo, só que isso não é fácil, nem simples. As pessoas “normais” são bem sucedidas, bonitas, magras, estão sempre sorrindo, não aparentam sofrimento, estão cercadas de amigos e são bem aceitas em qualquer lugar. Tentar ser normal gera uma ansiedade, uma angustia por não conseguir ser o que o outro espera de nós, e com isso diversos transtornos como bulimia, depressão, síndrome do pânico... Isso é ser “normal”?
É intrínseco do ser humano querer estar inserido. Isso não é ruim, é uma necessidade. Porém, temos que ter cuidado para não deixarmos de sermos nós mesmos e esquecermos o que nos faz feliz tentando ser “normais”.
Paula Belém
Frase de Hermógenes, o inventor do termo “normose”. Texto baseado numa entrevista feita com ele.
É intrínseco do ser humano querer estar inserido. Isso não é ruim, é uma necessidade. Porém, temos que ter cuidado para não deixarmos de sermos nós mesmos e esquecermos o que nos faz feliz tentando ser “normais”.
Paula Belém
Frase de Hermógenes, o inventor do termo “normose”. Texto baseado numa entrevista feita com ele.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Carta de despedida
Em nossas vidas acontecem várias mortes; perdemos amigos, rompemos namoros, nos livramos de velhos costumes, mudamos, evoluímos, e uma vida sem essas pequenas mortes de nada serve. Umas são maiores que outras, mas elas sempre existem. Temos medo da morte não por ela ser desconhecida para nós, e sim, por ser uma velha conhecida. Todo fim de ciclo é uma morte simbólica. Estes términos são indispensáveis para o ser. Os mais corajosos conseguem colocar um ponto final quando as dinâmicas já não servem mais para eles. Já os mais acomodados tendem a fazer de tudo para não mudar, mas às vezes a própria vida se encarrega disso. Precisamos mudar para que continuemos os mesmos*. Mudar positivamente é renovação, é começar de novo. Hoje os convido a deixarem partir algo que já não sirva, e percebam o resultado. Estão insatisfeitos? Tornem-se pessoas melhores.
Paula Belém
*Não lembro de quem é essa frase.
Paula Belém
*Não lembro de quem é essa frase.
sábado, 14 de novembro de 2009
AUTO-AJUDA (RISOS)
Minha missão DE vida
Às vezes eu me pergunto qual a minha missão de vida, e chego sempre à mesma conclusão, não sei. É difícil chegar nisso, porque é em horas como esta, que temos a pseudo sensação que nossa existência não faz sentido algum. Tantas pessoas já sabem o que vieram fazer aqui, por que eu ainda não? Ainda poderia usar a desculpa que nunca parei pra pensar nisso, mas nem isso ajudaria a me enganar agora, porque eu já parei, já refleti, e o mesmo desfecho me segue: não sei. Olho para o futuro tentando enxergar a minha missão de vida, mas esse futuro nunca esteve tão no futuro, fazendo que não o veja. Então, hoje, sentada aqui na frente do computador, depois de uma crise existencial, dessas novas, que só existem na nova sociedade bipolar, percebi onde na verdade está meu maior erro: tentar descobrir minha missão de vida olhando para o futuro. E neste exato momento eu mudo o nome do meu texto para:
Minhas missões NA vida
Hoje, depois de uma crise existencial, resolvi pensar qual seria a minha missão na vida. Sentei na frente desse computador, e olhei para o meu passado. Quantas missões na vida eu tive e continuo tendo! Eu tive a dura missão de vir ao mundo e sobreviver. A missão de trazer junto comigo o amor que daria a minha família e que a mesma sentiria por mim. A missão de crescer, de aprender, de perder, de errar e depois disso tudo continuar vivendo, e sendo feliz. A missão de estudar, me formar, e ver os olhos das pessoas que acreditaram em mim cheios de orgulho. Inclusive eu. A missão de desanimar tantas vezes e ainda assim não desistir. A missão de curar feridas mais profundas que as físicas. A missão de fazer a pessoa ao meu lado sentir o amor que eu sinto todos os dias. A missão de conhecer e escolher os amigos que seguirão comigo. Não é olhando para coisas que ainda não aconteceram que enxergamos o que viemos fazer aqui, e sim olhando para as coisas que já passamos, e por fim, eu percebo que tenho missões na vida, e me sinto feliz por isso, afinal, tenho varias, e não apenas uma missão de vida. E o que eu vim fazer aqui? Agora eu sei...
Ps.: Para lolly, minha amiga, que adora este texto.
Às vezes eu me pergunto qual a minha missão de vida, e chego sempre à mesma conclusão, não sei. É difícil chegar nisso, porque é em horas como esta, que temos a pseudo sensação que nossa existência não faz sentido algum. Tantas pessoas já sabem o que vieram fazer aqui, por que eu ainda não? Ainda poderia usar a desculpa que nunca parei pra pensar nisso, mas nem isso ajudaria a me enganar agora, porque eu já parei, já refleti, e o mesmo desfecho me segue: não sei. Olho para o futuro tentando enxergar a minha missão de vida, mas esse futuro nunca esteve tão no futuro, fazendo que não o veja. Então, hoje, sentada aqui na frente do computador, depois de uma crise existencial, dessas novas, que só existem na nova sociedade bipolar, percebi onde na verdade está meu maior erro: tentar descobrir minha missão de vida olhando para o futuro. E neste exato momento eu mudo o nome do meu texto para:
Minhas missões NA vida
Hoje, depois de uma crise existencial, resolvi pensar qual seria a minha missão na vida. Sentei na frente desse computador, e olhei para o meu passado. Quantas missões na vida eu tive e continuo tendo! Eu tive a dura missão de vir ao mundo e sobreviver. A missão de trazer junto comigo o amor que daria a minha família e que a mesma sentiria por mim. A missão de crescer, de aprender, de perder, de errar e depois disso tudo continuar vivendo, e sendo feliz. A missão de estudar, me formar, e ver os olhos das pessoas que acreditaram em mim cheios de orgulho. Inclusive eu. A missão de desanimar tantas vezes e ainda assim não desistir. A missão de curar feridas mais profundas que as físicas. A missão de fazer a pessoa ao meu lado sentir o amor que eu sinto todos os dias. A missão de conhecer e escolher os amigos que seguirão comigo. Não é olhando para coisas que ainda não aconteceram que enxergamos o que viemos fazer aqui, e sim olhando para as coisas que já passamos, e por fim, eu percebo que tenho missões na vida, e me sinto feliz por isso, afinal, tenho varias, e não apenas uma missão de vida. E o que eu vim fazer aqui? Agora eu sei...
Ps.: Para lolly, minha amiga, que adora este texto.
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